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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Companhia de Teatro UTA- A Mulher que Comeu o Mundo

SINOPSE

Numa pequena cidade, um célebre e rico ladrão, pai de uma moça gorda, morre. Ela era filha única, vivia isolada do mundo e, sem o pai, nada sabia fazer. Tamanha é a dor em seu coração que a moça esfarela o pai e o come, para tê-lo para sempre consigo.
E não sabendo mais o que comer sai e pede aos vizinhos que ao perceberem que a mulher não conhece o valor do dinheiro e está disposta a trocar toda a fortuna herdada por comida, bajulam-na em troca de suas riquezas. Tentando saciar seu apetite insaciável, a gorda inicia sua busca infindável por comida.
Eis o mote desse espetáculo que brinca com a metáfora da gorda relacionada a ganância e a busca desenfreada pelo poder. Revela também a ridícula condição humana de querer a permanência, a posse das coisas, e por isso lutar, dominar e matar.





Um espetáculo para adultos e crianças com censura livre.
A MULHER QUE COMEU O MUNDO oferece uma interação direta com o público ao propor uma brincadeira encenada com uma narrativa muito simples, mas que possibilita a participação do mesmo que é convidado a preencher determinadas lacunas que não são explicitamente contadas.




















Dia 12 de outubro as 18:00h
Local: Praça central da Matriz- Caldas Novas- GO

FICHA TÉCNICA 

Elenco
 Celina Alcântara

Gisela Habeyche,

Dedy Ricardo

Ciça Reckziegel

Thiago Pirajira

Gilberto Icle

Direção
 Gilberto Icle

Contra regras
 Shirley Rosário

Fotografia e filmagem
 Thiago Lázeri

Produção
 Anna Fuão

Produção local
 Fernanda Fernandes







Grupo Solo- Enquanto se Espera


SINOPSE





Enquanto esperam alguém muito especial, que não se sabe quem, três clowns enfrentam momentos de ansiedade, incômodo e tristeza, até que, juntos descobrem maneiras bem divertidas de passar o tempo enquanto o esperado não vem. No desenrolar do espetáculo, depois de demonstrarem o sentimento do egoísmo um pro outro, os clowns compartilham brinquedos e brincadeiras entre si e por fim tornam-­se amigos.

Enquanto se espera é um espetáculo de dança que pode levar a platéia a perceber que pessoas especiais estão muitas vezes do nosso lado e que basta um pouquinho de atenção e abertura para que juntos possamos viver momentos felizes e criativos.

Duração: 45 minutos





Dia 12 de outubro as 17:00h
Local: Pátio do Casarão- Caldas Novas



Ficha técnica

 Elenco 
Ingrid Costa
 Lenita Caetano
 Luciana Caetano

 Sonoplastia
 João Paulo Amorim

 Concepção geral e coreografia
 Luciana Caetano

concepção de cena
 os grupos

 Figurino
 Luciana Caetano




Anthropos Companhia de Arte- Viagem ao Coração da Cidade

Um dia, uma criança quis ver o circo.
Lá chegando, perguntou:
-Não vamos entrar?
E alguém responde:
- Você não disse que queria ver o circo?

E voltaram para casa.






Este Espetáculo é dedicado às crianças que não entraram no circo e aos adultos que não compreendem os sonhos...

Sinopse

É um espetáculo inspirado no dialogo das tradições de uma infância longínqua com as vicissitudes da infância na atualidade. Uma criança solitária resolve um dia sonhar acordado o desejo de ir até o coração da cidade para entender o seu mundo, mas quando ele menos espera o fantástico acontece e seu sonho se materializa na figura de uma cigana encantadora. Ela lhe possibilita empreender a viagem, mas lhe impõe uma condição; ele terá que ser artista de uma trupe mambembe de circo. O menino topa e ganha dois amigos e juntos percorreram os inusitados caminhos que levam ao coração da cidade e dos homens.



Mas os caminhos que levam ao Coração da Cidade são tortuosos e para manter o grupo diante das incertezas que os atormenta a cada bifurcação do caminho, os artistas relembram sua tradição, suas historias e suas memórias ancestrais e atuais. E assim recuperam a infância perdida pela tecnologia, as cantigas de roda, os brinquedos artesanais, as lendas e os contos goianos tomam conta de um palco que une imaginação, emoção e criação. Ao longo do espetáculo, pássaros falam, bonecos sonham, há canto, há dança, instauram-se disputas, desenlaces e despedidas. A ação dramática é circular para afirmar que é infinito o caminho a percorrer. Como infinitos são os caminho da arte, da criação e da vida.








RELEASE

Em 2007 a Anthropos inicia uma pesquisa teatral relacionada com a música, o circo e o teatro de formas animadas, focado no universo infanto-juvenil cujo resultado foi a realização do espetáculo Viagem ao Coração da Cidade. Nossas premissas de pesquisa e de encenação vinculam-se a compreensão de que além do material artístico e sensível proporcionado pelo espetáculo, o alcance do Teatro para crianças e adolescentes, implica a aceitação de que este tipo de arte desempenha uma função social. Para isso é necessário construir uma linguagem cênica ancorada na forma de pensamento encontrado na infância e adolescência contemporânea, para estimular no público, através do espetáculo, atitudes mentais propícias a critica, à criação e à participação não conformista na sociedade.







Dia 11 de outubro as 8:30h e as 14:30h
Local: Praça do Cerrado- Caldas Novas

FICHA TÉCNICA
Direção Artística
CONSTANTINO ISIDORO

Elenco
DIOGO OLIVEIRA
JULIANA JUNQUEIRA
LIZANDRA OLAVRAK
RENATO CRUZ
REGINALDO MESQUITA

Figurinos
RENATA CAETANO

Coreografia
LUCIANA CAETANO

Fotos
CIDA CARNEIRO

Iluminação
RODRIGO ASSIS

Diretor de Produção
RAQUEL BITTENCOURT







Grupo Zabriskie



Lá vêm Juca Mole e Ana Banana com mais uma história na mala. É claro: Juca Mole dá instruções a Ana Banana de como carregar a mala sozinha sem danificá – la e com mais eficiência. Ana Banana cansada do trabalho pesado, que sempre sobra pra ela, resolve ir bater papo com a platéia. Mas você sabe né?
E de dentro da mala saem Honório (o marido), Chiquinha (a esposa) e Valdemar Bezerra (o apresentador), que vivem a incrível, a fantástica, a chocante história do homem que bota ovos.

Juca Mole e Ana Banana fazem uma palhaçada para provar como Chiquinha é uma fofoqueira de marca maior. Em meio a intrigas de casal, juras de amor e grandes decepções, como é que tudo acabará? Aguarde e verá!









Concepção do espetáculo

O espetáculo foi concebido a partir da pesquisa do grupo Zabriskie sobre a arte de clown em teatro e visa a um resgate de esquetes e pequenas novelas apresentadas nos antigos circos mambembes. Por meio do cômico e do lírico de dois palhaços apresenta-se à platéia um universo de brincadeiras e de crítica à realidade que nos circunda.
O posicionamento estratégico do espetáculo na rua se apropria do espaço de forma a valorizar, destacar o mesmo e integrá-lo como parte do significado do enredo; a cidade se transforma em cenário. Os elementos cênicos são uma releitura dos objetos circenses do circo-teatro, coloridos e cômicos.
A linguagem clownesca permite o jogo com a platéia. De forma lúdica e interativa os dois palhaços contam a história de um casal em meio a querelas conjugais, em que o marido não suporta mais o hábito da esposa de fofocar e acaba por pregar uma peça nela afirmando ter botado um ovo. Críticas às relações conjugais neuróticas são reveladas, assim como reflexões sobre a situação da mulher na sociedade e também à imprensa sensacionalista.
Os palhaços fazem as vezes de contadores e também assumem os personagens se caracterizando, em frente à platéia, com adereços coloridos e elementos cênicos que são retirados de uma mala, de forma surpreendente.
A trilha sonora é resultado de uma seleção de músicas do universo popular, muito bem humorada e conhecida do público de um modo geral. São utilizados brinquedos populares como trava-línguas, rimas e ditos populares.

Duração: 50min


Dia 11 de outubro, as 16:30h
Local: Praça do Cerrado- Caldas Novas- GO
I'm

Ficha Técnica:


Criação e Atuação 

Alexandre Augusto e Ana Cristina Evangelista



Produção

Grupo Zabriskie


Fotografia
Layza Vasconcelos



  

Circo Laheto - HISTÓRIA DE GOIÁS NO PICADEIRO

Concebido a partir de pesquisas feitas sobre o processo de ocupação humana do território goiano, o espetáculo estreado em abril de 2009, História de Goiás no Picadeiro inova ao propor uma leitura em linguagem circense que contempla com destaque, as cinco principais fases históricas da formação e povoamento do estado de Goiás, resgatando a cultura tradicional até a contemporaneidade dos tempos atuais, buscando difundir a memória sociocultural do nosso estado e dos povos que o construíram.
                Assim, 12 artistas se dividem no picadeiro realizando esquetes e performances representativas, registrando a presença dos povos primitivos em Goiás. Depois vem o Ciclo do Ouro e sua decadência, juntamente com a exploração da mão de obra dos nativos, e chega o período de construção da cultura da “fazenda goiana” a partir da convivência entre índios, bandeirantes, ribeirinhos e, em seguida, tropeiros. O Coronelismo também ganha contornos circenses e Goiás contemporâneo discute o processo de desmatamento do Cerrado e destruição do nosso bioma, e a vida na grande cidade, fase contemporânea do agribusiness (agronegócio) e da industrialização. Toda a história é alinhavada pela dupla de palhaços Zé Butina e Batatão.
                    Traz números de acrobacia, trapézio, diabolô, perna-de-pau, tecido, malabares, equilibrismo, entre outras linguagens tradicionais circenses. A trilha sonora é completamente original, criada especialmente para o espetáculo História de Goiás no Picadeiro pelo músico nordestino radicado em Brasília, Beirão, com direitos autorais do Circo Laheto.

                    O espetáculo foi patrocinado pela Petrobrás, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, representa a profissionalização artística de novos circenses. A ideia de trabalhar com a cultura local faz parte da trajetória do grupo, desde sua criação. Na sua essência, o circo apreende, recria, produz e incorpora referências culturais múltiplas. 

DURAÇÃO: 80m


Dia 10 de outubro, as 14:30
Local: Centro de Convenções - Caldas Novas- GO










SINOPSE

Historia de Goiás no picadeiro, conta toda a historia do estado de uma forma lúdica e bem humorada, assim ensinado com arte. A historia inicia se com o surgimento do mundo, logo depois passando para a chegada dos índios no território com sua cultura e religião, vindo depois conhecer os ribeirinhos nos quais tinham uns hábitos totalmente diferentes, o mais diferente mesmo era a cultura trazida pelo bandeirante, cultura de exploração e maldade. A historia também passa pelo inicio do ciclo do ouro e pela sua decadência, passa pelo coronelismo, pelas fazendas, e mostra símbolos de cidades históricas, ate chegar aos dias de hoje. Tudo isso rico em técnicas tradicionais de circo. 






F I C H A   T É C N I C A


Direção Geral
Maneco Maracá


Coordenação  Pedagógico
Seluta Rodrigues


Produção Geral
Marica Pelá

Produção Executiva
Raquel Bittencourt
Patrícia Vieira


Coordenador de Pesquisa
Edson Quaresma (ONG - Cultura Cidade e Arte)


Concepção Geral do Espetáculo e Dramaturgia
Maneco Maracá
Cia de Teatro Nu Escuro
Ronaldo Alves
Sapequinha
Fabio Nunes
Mauricio da Silva


Técnicas Circenses
Ronaldo Alves
Fabio Nunes
Mauricio da Silva (In Memoriam)
Renato Silva

Preparação de Ator e Assistência de Direção:
Helio Froes
Lázaro Tuim
Adriana Brito 

Elenco

1- Andreza Cordeiro de Amorim;
2- Dalila Rodrigues;
3- Diego Araújo da Silva
4- Davi Ferreira Pinheiro
5- Fabrício Batista
6- Lucas Damaceno
7- Lucas de Souza Nunes
8- Mayke Nogueira de Sousa;
9- Renato da Silva
10- Valeria Costa
11- Wender Adão Alves
12- Wallace Neris da Costa

Direção de Arte

Izabela Nascente por Cia de Teatro Nu Escuro

Produção de Arte

Rosangela Cerqueira

 Assistente de Arte

Mara Nunes

 Costureiras

Graça Carneiro

Moema Rodrigues

Anália

 Execução de Adereços

Sapequinha

Confraria dos Mimos

Máscaras e Bonecos

Rita Cristina

  Arte Divulgação e Sinalização

Edson Quaresma

Ilustração:

Galvão

 Fotógrafia

Layza Vasconcelos

 Iluminação

Rodrigo Assis

 Trilha Sonora Original

Beirão

Convidados Especiais

Emídio Queiroz e Sérgio Pato


Percussão
Flavio Borges
Mestre Goiano
Mateus Pereira.

 Técnico de Som

Paulinho Santana

Apoio

Dineivam Rodrigues;
Técnico de som e iluminação
Cesa Charles Rodrigues
Rogério Rodrigues da Silva
Motorista
Adão Pereira



Último Tipo- O Treco da Pata Choca

Em meio a uma explosão, animais fogem de algo caótico. Um ovo rola e uma figura humana que passava por ali se apossa dele. Logo após, uma pata vem grasnando aos quatro cantos em busca do ovo perdido. Vários animais se envolvem nesta busca e cada personagem traz um objeto consigo, sem saber do que se trata, mas com a necessidade de levá-lo a algum lugar.
Neste espetáculo, a música é totalmente ao vivo. Acompanhados por violão, teclado e percussão, os atores convidam a plateia a mergulhar no universo da imaginação. As 10 músicas, compostas especialmente para a montagem, alinhavam a história, que tem início com uma explosão e um ovo que rola até o centro do palco. A ideia é mostrar a interferência que cada ser vivo exerce no ecossistema.
Entre os personagens estão a pata, a minhoca dorminhoca, a tartaruga gari-soldado, o cavalo-marinho e o cavalo magrinho, que promovem um desafio musical, o bicho preguiça, que observa tudo e todos, e uma libélula desesperada atrás de sua filha que sumiu. Com a ajuda dos elementos Água, Ar, Fogo e Terra, os personagens irão interferir e construir um ecossistema, mesmo sem saber disso, dando assim suporte para o ninho da pata.
No cenário, um painel interativo com nove quadros feitos com camisetas usadas será iluminado conforme o desenrolar da história. Uma alegoria cilíndrica fixada em prancha com rodinhas irá se deslocar durante as cenas dando suporte aos atores que utilizam diversos objetos cênicos.
Os figurinos foram confeccionados com retalhos, espumas, mangueiras, papel e materiais bastante inusitados, como mola de toldo, vitrola, gaiola, etc. Os trajes são coloridos, de notável riqueza visual.
Um trabalho com o tema voltado à ecologia é uma consequência natural do caminho que o grupo vem trilhando desde sua criação, ainda mais atualmente, quando as questões sobre o meio ambiente estão ocupando cada vez mais espaço.









Dia 09 de outubro, as 8:30h
Local: Centro de Convenções- Caldas Novas- GO

Duração: 50 minutos                       
Censura: Livre
Classificação Indicativa: Infanto-juvenil. De 7 a 12 anos.

O grupo
Com uma trajetória bem-sucedida, o Último Tipo, criado em Goiânia há 25 anos e radicado em Campinas há 17, já soma um extenso repertório de peças que misturam música e teatro de forma inusitada e poética. O bom humor, a interatividade e a irreverência também são marcas fundamentais do grupo, que tem no seu espírito o teatro mambembe e o clown, fazendo frequentemente espetáculos de rua e apresentações itinerantes à moda dos trovadores medievais.
Acompanhados por um violão e percussão, Déo Piti, Jara Carvalho, Lóra Brito e Velú Carvalho têm nos arranjos vocais sua base. A percussão inclui instrumentos inusitados, como espátula de pedreiro, suporte de toalhas, concha de cozinha, cabaças, chocalhos de bebê, chaves velhas, dentre outros. O grupo tem como referências musicais o Grupo Rumo, Arrigo Barnabé, Mutantes, Premeditando o Breque, Itamar Assumpção, Hermeto Pascoal, dentre tantos outros.
Os figurinos exóticos e os cenários são confeccionados com materiais recicláveis, como cartões telefônicos, garrafas pet, discos de vinil e tudo o que a criatividade permitir, o que se tornou uma marca do grupo em seus 25 anos de existência.
O Último Tipo já se apresentou em 10 estados, em mais de 100 cidades diferentes, em espaços como teatros municipais, centros culturais, escolas públicas, festivais, além de diversas unidades de Sesc e Sesi.
Hoje tem 10 espetáculos em seu repertório, sendo 6 infantis, 3 adultos e um de carnaval, para todas as idades. Mas, em toda a sua trajetória, já montou 25 espetáculos. Gravou um CD e um DVD, além de ter dois CDs sendo gravados atualmente.
O grupo já ganhou mais de 30 prêmios com diversos espetáculos, músicas e clipes, além de ter sido contemplado com fundos de investimento municipais e patrocínios de diversas empresas. 

                                                      Ficha Técnica

Elenco
Lóra Brito: Terra, Tartaruga e Preguiça
Velú Carvalho: Fogo e Pata Choca
Jara Carvalho: Ar e Cavalo Magrinho
Déo Piti: Água, Cara de Pau e Cavalo Marinho

Direção: Déo Piti
Cenário, Objetos, Concepção e Roteiro: Último Tipo
Preparação Corporal: Juliana Couto
Iluminação: André Salvador







Último Tipo em Circo de Latão

Uma menina de uma pequena cidade do interior se surpreende com a chegada de um circo. Encantada com o acontecimento, ela se aproxima da Cantora, do Cara Bem Legal que Fazia de Tudo um Pouco, e do Palhaço. Passa a encher dois latões de água que abastecem o circo e, assim, recebe ingressos para assistir aos espetáculos.
Porém, ela descobre que este é um circo diferente, onde um mágico farsante faz desaparecer quase todas as atrações e não sabe trazê-las de volta. Este é o grande drama dos artistas. Mas, ao contrário deles, apegados às estruturas e aos padrões preestabelecidos (visão dos adultos), a menina não sente falta do que desapareceu, vê apenas a beleza e a magia que seus novos amigos são capazes de proporcionar com o que têm em mãos.


E é esta a visão que por fim predomina e que desperta nela a vontade de se tornar artista. E, à medida que a amizade e a confiança aumentam, ela resolve abrir o jogo e pedir para ir embora com eles. Porém, ela é apenas uma criança e não pode deixar sua família. Então, seus novos amigos ajudam-na a perceber que ela já era feliz antes do circo chegar. Aos domingos, a principal atração do circo é uma peça teatral. Nela, a Fada das Formas, que é responsável pelas formas existentes no mundo, é visitada por um matador de mosquitos muito sem graça, o qual quer ser transformado em palhaço. Mas a fada logo o convence de que mudar a natureza das pessoas não costuma dar bons resultados. Explica que uma vez fez isso transformando um professor em mágico, e este foi para um circo e fez desaparecer tudo, até ele mesmo.
Circo de Latão reúne, além de composições inéditas, canções de autores de vanguarda, como “O Nome disso” (Arnaldo Antunes) e “Vamos Passear de Carro” (Grupo Rumo), e autênticas músicas de circo como “Todo Mundo Vai ao Circo” (Batatinha) e “O Palhaço Baiano” (Domínio popular). O repertório tem ainda “O Pato Pateta” (Vinícius de Moraes) e adaptações do folclore.
No cenário, junto à lona do circo, que é tecida com calças jeans tingidas, dois latões grandes completam o ambiente, e é dali que surgem personagens, adereços e vários efeitos surpreendentes. Considerada pela crítica uma das melhores produções de Campinas de 1998.




Duração: 50 minutos
Censura: Livre
Classificação Indicativa: Infanto-juvenil. De 7 a 12 anos

Dia: 08 de outubro as 19:30
Local: Centro de Convenções - Caldas Novas- GO


Ficha Técnica

Elenco

Déo Piti
Percussão e voz - Personagem: Palhaço

Lóra Brito
 Percussão e voz - Cantora

Jara Carvalho
 Violão e Voz - Personagem: Cara Bem Legal e Matador de Mosquitos

Velú Carvalho
 Personagem: Menina e Fada das Formas

Texto
 Velú Carvalho

Direção
Déo Piti

Iluminação
 André Salvador